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Alfa Romeo Giulia Sprint GTA – ALFAmodellini 1/10

NOVIDADES – Mais uma novidade, desta um die-cast na escala 1/10. Uma miniatura muito bem feita de um carro de culto.

 

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Alfa Romeo GTam – Gunze Sangyo 1/24

MINHAS MINIATURAS – Uma miniatura muito simples de montar com uma decoração também muito simples e que representa o Alfa com que Toine Hezemans se sagrou Campeão Europeu de Turismo Especial (Gr.2) no ano de 1970.

 

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GTAM Ficava mal mostrar aqui um Alfa e não falar um pouco dos pilotos que correram com os Alfas em Portugal, Xavier Moreira, que era também preparador, e os irmãos Sá Nogueira, Domingos e Bernardo que correram com os GTAJ Gr.2 ex. Autodelta e também os 2000 GTV mas em Gr.1. Grandes provas vi eu no Autódromo do Estoril.

 

Artigo saído na revista Motor (clicar para ler)

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sá nogueira Fotos e artigos da revista Motor  e jornal Volante

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ALFA ROMEO 155 V6 TI – Tamyia 1/24

MINHAS MINIATURAS – A Alfa Romeo no ano 1993 tomou um dos mais arriscados desafios da sua vasta carreira desportiva, desafiar o colosso Alemão no seu próprio terreno foi obra de mestre, para mais que o regulamento técnico do DTM foi redigido para favorecer os construtores alemães, mas com aquela característica muito latina de fazer as coisas,  uma parte de pragmatismo e muito de improviso, mas que quando dá certo dá mesmo certo e a Alfa, Chegou Viu e Venceu, tanto no aspecto desportivo como comercial, falava-se na altura que nunca se vendeu tanto Alfa na Alemanha como neste ano.

 

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E para que este sucesso fosse possível deve-se  ao excelente Alfa Romeo 155 V6 GTI, este carro de competição extraordinariamente evoluído tecnologicamente deriva do 155 GTA de quatro rodas motrizes com motor de 2 litros turbo com que ganhou o Campeonato de Superturismo Italiano no ano de 1992. O 155V6 TI foi equipado com o motor V6 de 2,5 litros que desenvolvia 420cv às 11.800 rpm.

alfa155a O motor era acoplado a uma transmissão às 4 rodas motrizes permanente e a repartição frente/traseira de 50/50 era automaticamente regulada consoante as condições da pista, da corrida e do desgaste dos pneus. A suspensão do tipo McPherson foi totalmente redesenhada, utilizando materiais de alta tecnologia ultra ligeiros e robustos.

 

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Em relação à carroçaria que manteve um desenho muito semelhante ao carro comercial, regulamento oblige, sofreu bastantes retoques em termos aerodinâmicos e um emagrecimento com a utilização de fibra de carbono e kevlar. Apesar de tanta tecnologia os carros ainda não andam sozinhos, e como tal, foram escolhidos para os pilotar o N. Larini, A. Nannini na Alfa Corse, G. Francia e C. Danner, e escolheram muito bem, tendo o N. Larini ganho o campeonato com Danner em 4º, Francia em 7º e Nannini em 8º, uma grande época e como diz o ditado popular, ”meteram uma Alfa na Alemanha”, foi mesmo uma grande época.

 

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Resolvi não por qualquer tipo de decoração, uma versão de teste, tendo alterado os espelhos retrovisores e os escapes, que na versão de teste a saída era convencional e não apontada para cima como no de corrida. Esta miniatura que foi montada pelo meu filho há uns anos e estava com os decalques todos estalados, só decapei o carro e dei alguns retoques no interior. Futuramente vou retocar o meu, que sofre do mesmo mal dos decalques.

 

16_G V6 com a tampa das válvulas dourada mas também correram com tampa cor de alumínio ou preta.

 

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ALFA ROMEO 33/3 Long tail – Solido 1/43

MINHAS MINIATURAS – Tenho falado pouco da escala 1/43 mas para começar tinha que ser com Alfa Romeos, este dois saíram directamente da estante das relíquias, dois Solidos que fizeram a delicia de muitos da minha geração, lá para os anos 70 sem dúvida que a Solido apresentava padrões de qualidade e de quantidade que não era normal para a época e que como eu a muitos outros fazia sonhar com voltas alucinantes por esses circuitos mundo fora, mas principalmente em LeMans. LeMans é LeMans e para mais nesse ano de 1970 era filmado essa obra de arte LEMANS de E. Kaizan com Steve Mcqueen, D. Piper e tantos outros que nos transportaram para uma realidade pouco comum na época. BONS TEMPOS.

 

Para a prova de 1970 foram inscritos 4 Alfa Romeo`s, #35 R. Stommelen/N. Galli, #36 P. Courage/A. de Adamich, #37 T. Hezemans/M. Gregory, #38 T. Zeccoli/C. Facetti, e como se pode ver pela qualificação todos eles desistiram por acidentes ou falhas mecânicas, a normal fraqueza dos Alfas contrasta com com toda a beleza que os 33 tem, o mundo não é mesmo perfeito.

 

 

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560544029_e92b21ad91_o Fotografia retirada do album de Retired Rambler

 

 

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1970 AR 33 at SEBRING #33 HEZEMANS-MASTEN

 

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Alfa Romeo “Alfetta” 158/159 – Revival 1/20 - 2ª parte

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AUTOMOBILISMO - O CARRO : A paz volta em 1945 e só a falta de material, em especial pneus impede que os Alfettas corram antes de 1946, quando se disputa o GP das Nações, em Genebra, Suíça e que foi vencido por Giuseppe Farina ao volante de um 158.  Em 1947 a C.S.I. reformula as regras e são permitidos os carros com compressor até 1500cc e sem compressor até  4500cc. Todos os 158 tem agora compressor com 2 estágios e dispõem de 275cv ás 7500rpm, mas os engenheiros da Alfa ainda conseguem mais 35cv para o Alfa experimental, denominado 158/47 mas a concorrência dos Talbot e Delahaye sem compressor e dos Maserati e ERA com compressor não exigia a utilização deste. Em 1948 Achille Varzi morre em Berna a testar este carro.
Em 1949 com a perda do Conde de Trossi e de Jean-Pierre Wimille a Alfa Romeo desiste de competir nessa temporada.
O ano de 1950 ficou marcado pelo inicio do Campeonato do Mundo de Pilotos e a Alfa anuncia o seu retorno agora com um carro melhorado e farinaalfaromeo158com uma potencia de 350cv ás 8600rpm. Durante a temporada o Alfetta demonstra todo o seu potencial e é o melhor carro do ano tendo ganho 11 corridas em 11, uma supremacia nunca vista com um trio de pilotos memorável, os três F, Farina ( que se tornou o primeiro campeão do mundo) Fangio e Fagioli, mas a concorrência ia-se aproximando e o Ferrari V12 sem compressor projetado por Lampredi com o seu progressivo aumento de cilindrada, 3.3L, 4.1L e posteriormente 4.5L torna-se a maior ameaça à hegemonia dos Alfettas.
G. Colombo que tinha saído para a Ferrari, retorna à Alfa para preparar a3954512191_991f8faaa2_o época de 1951 e o seu principal objectivo foi o melhoramento dos Alfettas, consegue 420cv ás 9600rpm e sucessivamente até chegar ás 10500rpm, o que é brilhante para um motor que tinha começado pelos “simplórios” 180cv ás 7000rpm. Este aumento de potencia fez com que o motor consuma 4,5L de metanol quase puro para percorrer 2,5Km, o que era mesmo superior  aos gulosos motores V12 da Mercedes do antes da Guerra, um brutalidade, e para dar de “beber” tiveram que instalar depósitos extras por tudo o que era lugar, até dentro do habitáculo e o Alfa de 1951 ficou mais largo e com uma área dianteira maior. O aumento de peso leva a que tenham que reforçar o chassis e à mudança da suspensão traseira de braços oscilantes para o tipo DeDion. Agora o carro pesa 1067Kg mais 254kg que o de 1938. A velocidade aumenta para uns estonteantes 322Km/h. A Alfa para o distinguir do antecessor denomina-o de 159.
Com este aumento de performances os 159 começam a ter um maior desgaste de pneus, travões e transmissão, e os Alfas deixam de ser os invencíveis. O campeonato começa com 3 vitórias do 159, Berna, Spa e Reims, mas em Silverstone no GP de Inglaterra a Alfa sofre a primeira derrota e o piloto da Ferrari, o Argentino Froilan Gonzalez, “Lo toro dos Pampas” alfa_romeo_158 ganha à frente do seu compatriota Fangio, é a primeira vitória da Ferrari em Fórmula 1 e que levaria Enzo Ferrari a comentar “Acabei de matar a minha Mãe”, referindo-se aos tempos passados na Alfa Romeo. Nos Grande Premios da Alemanha e de Itália a Ferrari continua vitoriosa pelo que a decisão do titulo será no GP de Espanha, em Barcelona. A Ferrari é a favorita, mas uma escolha de pneus desastrosa faz com que A. Ascari perca a corrida e o titulo para o Grande Juan Manuel Fangio e o seu Alfetta 158/159. Um final merecido para um dos melhores carros de Grande Premio, que com as suas 7 épocas, 37 vitórias e dois campeonatos do mundo de pilotos irá para a merecida reforma no Museu da Alfa Romeo.


Este post e o da primeira parte foram inspirados em vários artigos da Enciclopédia do Automóvel, do L´Automobile e do livro de Laurence Pomeroy, Grand Prix Cars Vol. 1 e 2. As fotografias foram retiradas da net.

Espero que gostem e agradecia comentários a qualquer erro ou imprecisão.

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